Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .
Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .
Entretanto no país real segue também a desordem. Blocos operatórios fechados e serviços encerrados ou a funcionar a meio gás são o resultado da greve dos enfermeiros do Hospital Santa Maria, em Lisboa, que teve início às 08h00 desta quinta-feira e termina às 13h00, segundo o sindicato.
Cerca de três dezenas de enfermeiros do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHULN), que integra os hospitais de Santa Maria e Pulido Valente, estavam concentrados às 10h30 em frente ao Santa Maria a exigirem a “contratação urgente” de enfermeiros para fazer face às necessidades; a valorização dos enfermeiros para que se possam contratar e manter; e o fim das macas nos corredores dos serviços. (do sapo executive digest)
Aposto que se se perguntar a algumas pessoas quem foi o responsável pelo 25 de Abril ou quais os motivos reais que a ele levaram, alguns (muitos) irão dizer que foi uma luta ganha pelo PS e PCP e que aconteceu para libertar o povo da ditadura... isto porque é o que é vendido na banca, e para o normal consumir esta "comida rápida" é o ideal, pois não carece de muito trabalho (já pensar...).
Para começar acho que a escolha de agente lobo para este seu perfil foi bem apanhado .Quanto às narrativas do pós 25 de abril convém dizer que a formatação ideológica (sem seriedade e apego aos factos e à verdade histórica) começa logo na escola primária(que eu fiz no fim dos anos 70)a que hoje chamam de 1. Ciclo.
Formatação essa que não se limita apenas ao marketing sobre o 25 de Abril (ignorando-se por completo o 25 de Novembro, espinho no calcanhar da esquerda). Recordemos a aprovação do diploma que prevê a existência nas escolas de alguém que ficará encarregue de receber as "manifestações" sobre identidade de género dos jovens (https://www.dn.pt/sociedade/escolas-vao-ter-responsavel-para-jovens-manifestarem-identidade-de-genero-16196916.html). Agora tentem convencer-me que: - Esse responsável não estará ligado ao lobby; - Esse responsável terá um papel passivo e não activo na promoção da identidade de género. Tantos problemas que o país atravessa, mas estas sim, são as questões essenciais para a sociedade portuguesa.
Sim, as várias formatações que temos visto a decorrer (mais essa agora da ideologia de género que a continuar será a pior em termos de consequências) nas últimas décadas às novas gerações não incomodam agora todos aqueles que viam na escola do regime anterior um perigoso instrumento de manipulação ideológica. E assim vamos(ou não) .
O ridículo é que isto, para que se veja ainda melhor, só falta ser sinalizado com luzes de néon... e mesmo assim a sociedade prefere olhar para o lado, prefere ser cego quando, felizmente, ainda consegue ver (embora se caminhe para a escuridão de forma acelerada). A manipulação dos jovens está a funcionar... é um investimento para o futuro. Quanto aos mais sábios (para não dizer velhos) julgo que vivem um momento de resignação, em que pensam "eu estou de abalada, quem quiser melhor que lute por isso".
Claro que os mais velhos agora fazem é contas às pensões (e aí está uma grande parte de votos). E os de meia idade(e até mais novos) como os milhares de profs, que vemos há várias semanas em greves e manifs, querem em geral é o próprio interesse imediato dos seus "umbigos",portanto o que interessa é a carreira e o interesse corporativo, defender uma escola capaz e sem ideologias isso já não lhes passa pela ideia quanto mais pela acção. Portanto, é muito como diz, caminha-se para a escuridão e a passos largos.
Muitos desses mesmos professores são já produto da linha de formatação de esquerda, promovendo essas políticas na escola, lutando por aspectos que não passam pelo que refere (o real interesse institucional e público), sem ideologias associadas (porque se o Estado se diz laico, deverá seguir a mesma linha quanto a ideologias, não usando a escola para as promover, o que aliás nem deveria ser permitido).
Completamente certo, se houvesse bom senso e principios claros era isso que tinha de ser seguido, nem religiião nem ideologia. Até logo que tenho o almoço à espera.