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Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .

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22
Jan26

Notícias de Davos (discursos,análises e reacções)

O apartidário

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Trump DESTRUYE la Agenda 2030 en el Foro de Davos - HISTÓRICA LECCIÓN A EUROPA (canal Roberto Crobu,em castelhano bastante claro)

https://www.youtube.com/live/WXvmdty24bc?si=84LV1gkZ7j5iHnl1
 
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Discurso completo de Trump em Davos (legendas em português)

Canal Brasil Paralelo

https://youtu.be/nOs_WXbgUuA?si=SWfkUm7P841M8PsX
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15
Jan26

Os EUA a Sair das Organizações Globalistas

O apartidário

Actualização 21 de Janeiro:

Trump já discursou em Davos(eis uma parte referente ao caso Gronelandia no seguinte video.


El presidente de los Estados Unidos, Donald Trump, ha reafirmado hoy en el Foro Económico Mundial de Davos su intención de adquirir Groenlandia, asegurando que el país norteamericano es la única potencia capaz de garantizar la seguridad del territorio ártico frente a las crecientes ambiciones de Rusia y China. Durante su intervención, el mandatario estadounidense ha cuestionado la capacidad de Dinamarca para proteger la isla, calificando de "insostenible" el actual estatus soberano de la región en el contexto geopolítico actual. (Canal Negócios TV)

Aqui https://youtu.be/CunJKyTWH3Q?si=hywvFB45Dgz7Ymlg

 

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TRATADOS INTERNACIONALES GLOBALISTAS - Trump Retira a EE.UU. de 66 organismos globalistas: ¿qué cambia hoy? La retirada de EU de 66 organizaciones internacionales. "No sirven a nuestros intereses": Trump anuncia que EE.UU. se retira de más de 60 organizaciones internacionales, convenciones y tratados.

En este video analizo y reacciono al anuncio sobre la retirada de Estados Unidos de 66 organizaciones internacionales y el cambio de rumbo frente a los tratados internacionales y las instituciones globalistas. Explico por qué esta decisión —vinculada a la línea de Trump y el anuncio atribuido a Marco Rubio— marca un punto de quiebre en la relación de EE.UU. con organismos multilaterales asociados a la ONU, y qué significa en la práctica para la soberanía nacional, la política exterior y el equilibrio de poder global.

Voy a desglosar qué hay detrás de la narrativa del globalismo: cómo operan las redes de gobernanza supranacional, por qué tantos países terminan adoptando “mandatos” bajo paraguas de agendas internacionales (como Agenda 2030, cambio climático, DEI/ESG, y la llamada agenda woke) y qué intereses económicos y políticos se mueven cuando se financian o se abandonan estos organismos. También aclaro qué implicaciones puede tener que EE.UU. se distancie de entidades como el IPCC o el UNFPA y por qué este giro se presenta como un “Estados Unidos primero”.

📌 En este análisis verás:

Qué significa “salirse” de organismos y acuerdos: impacto real vs. titular
Por qué el debate sobre ONU, tratados internacionales y globalismo divide a Occidente
Consecuencias para libertades individuales, soberanía y políticas públicas
Qué podrían hacer otros países si imitan este modelo
Canal Pablo Munoz Iturrieta

https://youtu.be/C53yoJMfOAs?si=LrOovU4s4VOUp38l

05
Jan26

Uma Reacção Lógica às Frases Sobre o Direito Internacional (e outros lirismos afins veiculados nos média e na UE)

O apartidário

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O direito internacional está sempre subordinado aos interesses dos países, sobretudo das grandes potências. Foi sempre assim desde o fim do Renascimento, não começou quando Trump chegou à Casa Branca.

05 jan. 2026, 00:20 no Observador(artigo completo na caixa de comentários) 

As esquerdas portuguesas são muito curiosas. Passam a vida a combater o “fascismo”, estão sempre preocupadas com as “ameaças à democracia pelo Chega”, mas cai um ditador na Venezuela, e não celebram. Pelo contrário, queixam-se. Fazem, normalmente, uma pequena introdução, do tipo “obviamente, ninguém defende o Maduro”, mas depois usam o tempo todo para enumerar as razões que justificariam a permanência do ditador de Caracas no poder.

Têm sido usados vários argumentos para condenar a ação norte americana e para defender a manutenção de Maduro no poder. O primeiro é o sacrossanto “direito internacional.” Desde sábado, há dois tipos de comentadores: os que evocam o “direito internacional” como se fosse a Constituição portuguesa e não fazem a mínima ideia do que estão a dizer; e há aqueles que conhecem muito bem a precaridade do direito internacional, mas usam esse argumento para atacar Trump. 

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