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Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .

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26
Jan24

A Função da Escola Pública

O apartidário

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A função da «escola pública» tem de ser clarificada
Os Governos socialistas de António Costa, com o apoio dos partidos comunistas à sua esquerda, têm imposto orientações educativas escolares em evidente violação da claríssima doutrina constitucional.

26 jan. 2024, 00:16 no Observador

A prova mais determinante e definitiva da diferença da Social-Democracia do PPD-PSD contra o socialismo da Internacional Socialista reside na adopção fundamental, desde o seu primeiro Programa, do princípio personalista. Que ainda hoje continua a ser afirmado, e agora publicitado na Internet, quando aí se afirma o seguinte:

«O PSD assume as especificidades que o caracterizam como partido de raiz eminentemente portuguesa [e portanto não internacionalista], bem como aquilo que o distingue relativamente aos partidos socialistas ou social-democratas europeus de inspiração socialista. Tais especificidades e diferenças radicam no facto de ele ser: Um partido personalista, para o qual o início e o fim da política reside na pessoa humana; […]». E afirmando ainda, logo adiante: «Um partido não confessional, mas respeitador dos princípios axiológicos e religiosos do povo português, identificados com o humanismo cristão».

Meu caro leitor, se incluo estas referências partidárias neste meu artigo, não é com intuitos eleitoralistas, embora eu me identifique com essas referências. Mas sim porque têm que ver com a questão deste meu artigo, de crítica à colonização ideológica da escola pública que, sob a ideologia socialista, combate a liberdade personalista dos seus alunos e dos seus pais. É que, até agora, ainda não vi que o PPD-PSD (nem o CDS) fossem claros-claríssimos na crítica ao descarado ideologismo que ultimamente tem sobrecarregado a escola pública, à revelia da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Constituição, da Lei de Bases do Sistema Educativo, enfim em registo anti-liberal e quase totalitário. Não ouvi esses partidos invocarem a Constituição, que proíbe o Estado de programar a Educação; não ouvi que, se ganharem as eleições, vão mudar o rumo desta política educativa autoritária. Ou não vão?

A questão ganhou uma cruel evidência há tempos, com a agressão ideológica do Governo do Partido Socialista, através da acção concreta do actual Ministro da Educação, João Costa, contra a Família Mesquita Guimarães, de Famalicão, inclusive com recurso aos tribunais. Essa agressão suscitou um importante manifesto público em defesa das liberdades de educação, subscrito por eminentes personalidades portuguesas. Entretanto, a conjuntura política não se alterou, e os partidos da oposição não socialista não se comoveram significativamente. O que é espantoso.

Eis senão quando, há um par de semanas, somos surpreendidos por uma importante declaração oficial do Ministro da Educação João Costa, representado pelo seu Chefe de Gabinete, Sarmento Morais, doutor em ciências da educação, note-se bem, pronunciada (enquanto representante do Ministro) numa sessão da Assembleia Municipal de Lisboa, em que disse que a função da escola pública é «tirar a criança da família». Para ser educada/endoutrinada pela escola pública do Estado, onde agora até já penetram organizações de activismo ideológico, sem credenciais de educadoras, mas protocoladas pelo Ministro. Obviamente como quinta coluna do Governo.

Uma declaração deste teor, e com esta crueldade, só é imaginável por um ideólogo fascista, nazi ou estalinista. Se se deixa passar sem consequências políticas esta intolerável declaração pública de um qualificado representante governamental, que o Governo de António Costa ainda não repudiou, então é caso de grande preocupação constitucional. Os partidos políticos não socialistas, que às vezes fazem um enorme escarcéu por questões que são uma ninharia, não se escandalizam por estas declarações? Não pedem explicações ao Governo? Não se comprometem expressamente a lutar contra tais orientações? Não dirigem uma palavra às famílias? Não incluem nos seus programas eleitorais a política pública de protecção à família? Só dão importância às questões sindicais? E depois queixam-se que os eleitores votem no Chega?

Continua no seguinte link (ou na caixa de comentários deste post) 


https://observador.pt/opiniao/a-funcao-da-escola-publica-tem-de-ser-clarificada/

25
Jan24

O Marquês Mais Uma Vez

O apartidário

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Operação Marquês (nome do processo) :

.Ricardo Salgado vai a julgamento por corrupção e branqueamento (jornal Novo) 
 

Sócrates vai a julgamento por corrupção. Acusação do Ministério Público quase toda reposta  https://eco.sapo.pt/2024/01/25/socrate-vai-a-julgamento-por-corrupcao-acusacao-do-ministerio-publico-quase-toda-reposta/

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Em Abril de 2021 foi assim:

As críticas de Ivo Rosa à acusação que "não prima pelo rigor": baseia-se na "especulação e fantasia"

Este artigo tem mais de 2 anos

Ao longo da leitura da decisão instrutória, o juiz Ivo Rosa lançou duras críticas e arrasou a acusação do Ministério Público, que considerou ter "pouco rigor e consistência". 

https://observador.pt/2021/04/09/as-criticas-de-ivo-rosa-a-acusacao-que-nao-prima-pelo-rigor-baseia-se-na-especulacao-e-fantasia/

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O Tribunal da Relação decidiu, esta quinta-feira(25-01-24), repor parte da acusação da Operação Marquês, sendo que José Sócrates será julgado por três crimes de corrupção e 19 outros crimes. A tese do Ministério Público é agora validada, depois de ter sido totalmente desacreditada na fase de instrução por Ivo Rosa.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/operacao-marques-relacao-reverteu-decisao-de-ivo-rosa-pode-haver-consequencias-para-o-juiz

E da Madeira também há novidades

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19
Jan24

A Verdadeira Crise dos Média

O apartidário

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A verdadeira crise dos média não vem nas notícias(mas fica bem patente no seguinte artigo de Ramiro Carrola no Observador):

Em tempos de falsidade dizer a verdade é um acto revolucionário"
Quando o público comprador de jornais vê que está a comprar um produto adulterado e de fraca qualidade, faz o que normalmente costuma fazer em relação a qualquer produto enganoso: deixa de comprar.

18 jan. 2024, 00:00 no Observador

A frase que encima este escrito suponho que é de George Orwell, mas se não for, isso pouco importa, o que realmente interessa é que, hoje, como ontem, como amanhã, e como será em todos os tempos, esforçar-se alguém por dizer a verdade em tempos em que a mentira e o embuste tomam freio nos dentes e os meios de comunicação social e outros meios de difusão conluiados com o regime de quem de alguma forma dependem se tornam inalcançáveis a quem anseia chegar a eles, simples cidadão, associação de pessoas, ou mesmo agremiação partidária, com a genuína pretensão de expressar a verdade, nua e crua, sem quaisquer formas de a subverter, é realmente tarefa de monta, inatingível quase sempre por mais que se batalhe e se insista em fazer-se ouvir; invariavelmente é um esforço inglório, porque ‘essa verdade’, crua, tal qual é, sem paninhos quentes, não cabe dentro dos padrões das linhas editoriais das redacções dos media afectos ao sistema, por isso se silencia, se omite, se lança ao caixote do lixo das ‘incomodidades’, do que provoca comichão e faz torcer o nariz de desagrado, o que é, obviamente, uma forma capciosa de censura.

Quem não estiver de má-fé, concede que a grande maioria dos jornalistas é tendencialmente de esquerda, conotados com partidos políticos dessa aérea política, especialmente do PS, e que muitos deles, sem sequer já se darem ao trabalho de o esconder, em vez de se entregarem às exclusivas tarefas do caminho que escolheram, escrutinar as instituições e o governo, indagar e colher informação e noticiá-la limpa e sem aldrabices, dignificar a profissão com cabal cumprimento dos deveres de ética e de imparcialidade, se estão ao fim e ao cabo nas tintas para isso, e, sem sombra de quaisquer engulhos de princípios morais, tratam de pôr a profissão ao serviço de uma agenda política pessoal, tudo fazendo para, em situação privilegiada, com as vantajosas e inigualáveis condições que a carteira profissional lhes confere, deturpar e obliterar a verdade tal como ela é, escamoteando, manipulando, omitindo, distorcendo, achando que é seu desígnio a tarefa de moldar as mentalidades e de mudar o mundo.

Entre porventura outras razões, uma há que tem grandemente contribuído para a crise em que a maioria, se não mesmo a totalidade dos nossos media se encontram, e essa razão funda-se em especial na falta de credibilidade do jornalismo que se faz, na ausência dos deveres de ética e de imparcialidade, atributos que deveriam primar por ser sempre, mas sempre, a regra de ouro do jornalismo. Ora quando isso falha, quando o público comprador de jornais se capacita que está a comprar um produto adulterado e de fraca qualidade, faz o que normalmente costuma fazer em relação a qualquer outro tipo de produtos enganosos, deixa simplesmente de adquiri-lo porque ninguém, no seu perfeito juízo, está na disposição de comprar gato por lebre.

Ramiro Carrola no Observador

https://observador.pt/opiniao/em-tempos-de-falsidade-dizer-a-verdade-e-um-acto-revolucionario/

16
Jan24

A Ideologia de Género Imposta

O apartidário

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Actualização 21-01-24 :

A proibição e criminalização das denominadas terapias de “conversão sexual”
Esta lei é essencialmente ideológica. Baseia-se na ideologia de género que, pelo seu radicalismo, se opõe à ciência e à boa prática médica. O Presidente da República não cumpriu, de novo, o seu dever.

21 jan. 2024, 00:13 no Observador

O Presidente da República decidiu promulgar a lei que “Proíbe as denominadas práticas de «conversão sexual» contra pessoas LGBT+, criminalizando os atos dirigidos à alteração, limitação ou repressão da orientação sexual, da identidade ou expressão de género, alterando a Lei n.º 38/2018, de 7 de agosto, e o Código Penal”.

Tal lei – o Decreto da Assembleia da República nº 133/XV – teve na sua origem os Projectos de Lei nºs 72/XV/1ª (BE), 209/XV/1ª (L), 699/XV/1ª (PAN) e 707/XV/1ª (PS), tendo sido aprovada à pressa – na generalidade, na especialidade e em votação final global – no passado dia 21.12.2023, com os votos contra do PSD e do Chega e os votos a favor dos deputados de todos os restantes partidos representados na Assembleia da República.

A referida lei, ao mesmo tempo que proíbe e criminaliza as denominadas práticas de “conversão sexual”, excepciona e despenaliza as práticas e procedimentos realizados em contexto da autodeterminação da identidade e expressão de género. Ou seja, ao mesmo tempo que proíbe e criminaliza, permite e despenaliza em determinado contexto.

Atendendo a que as únicas terapias ou práticas de “conversão sexual”, de que eu tenha conhecimento, que existem em Portugal são as realizadas em contexto da denominada “autodeterminação da identidade e expressão de género” – as terapias ou práticas de afirmação e “conversão” transexual ou transgénero -, pergunto se não deveriam antes ser estas proibidas e criminalizadas pelo legislador, pelo menos para pessoas menores de idade?

É preciso ter presente que são precisamente estas terapias e práticas de afirmação transexual e transgénero que acarretam modificações irreversíveis no corpo das pessoas submetidas às mesmas e implicam tratamentos farmacológicos e terapêuticos uma vida inteira. ( continua no link abaixo do Observador)

Teresa de Melo Ribeiro no Observador

https://observador.pt/opiniao/a-proibicao-e-criminalizacao-das-denominadas-terapias-de-conversao-sexual/

Nota importante: o seguinte texto tem a ver com uma lei (ou leis) que procura na prática a normalização da ideologia de género e sua imposição a crianças de todas as idades nas escolas,e não tem a ver com a decisão de adultos livres e "vacinados" nas suas vidas privadas .

24 dez. 2023, 00:10 no Observador

Num Parlamento em fim de curso, composto por uma maioria de saída, volta a ficar à porta o respeito pelos valores democráticos. Sem consideração pela próxima composição parlamentar o Partido Socialista mantém em marcha uma tentativa de controlo social já há muito iniciada, tanto na fidelização de votos como no endoutrinamento das nossas crianças.

Na passada sexta-feira, o Parlamento aprovou a legislação para as medidas administrativas que as escolas devem adotar para a implementação da Lei n.º 38/2018 de 7 de agosto quanto ao direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e à proteção das características sexuais de cada pessoa.

Com esta legislação, as escolas passam não só a ter legitimidade para informar e formar sobre a autodeterminação do género, como o dever de promover essa mesma disseminação aos alunos em todas as fases de ensino, incluindo o pré-escolar. 

(Para quem quer saber o que está realmente em causa aqui sugiro o seguinte post ou o post linkado no fim do artigo do Observador) 

https://identdegeneroideologiaouciencia.blogs.sapo.pt/comportamento-padrao-de-adolescentes-14914


Através desta lei, as crianças e jovens passam também a ter a possibilidade de decidir sobre as suas “transições sociais de identidade e expressão de género”. Esta possibilidade envolve o direito de manifestarem uma identidade ou expressão de género que não corresponde ao seu sexo, o de se autoatribuírem um nome distinto, à margem do registo civil, o direito a optarem pelas atividades diferenciadas por sexo, com que melhor se identificam, e o de acederem às casas-de-banho e balneários tendo em consideração a sua vontade.

E esta é uma imposição ideológica porquê? Porque assenta numa visão social minoritária e sem fundamentação científica de que o homem se distingue da sua composição genética, sendo fruto de uma composição social, que por estar assente numa sociedade com preconceitos e valores pré instituídos, estes sim determinam a vontade do ser ao invés da vontade própria de cada um. Levando à conceção mirabolante de que a identidade ou expressão de género não tem de corresponder ao sexo com que se nasce e que esse é mesmo um fator menor na definição da personalidade de cada um.

Esta capacidade de “transição” que é agora atribuída às crianças e jovens pode acontecer sem fundamento em qualquer relatório médico de perturbação de identidade de género e sem ser exigida, sequer, uma prévia avaliação psicológica e/ou psiquiátrica, com o consentimento do seu tutor legal. Podendo o processo ser iniciado na escola, sem que os próprios pais tenham conhecimento prévio do mesmo.

O mais chocante é entender que o “consentimento do seu tutor legal” não tem na realidade qualquer valor, tornando-se meramente acessório e ou mesmo desnecessário. Destaque para o facto de que, se os pais não consentirem, a lei prevê que a escola possa fazer uso de um “procedimento urgente na ausência de consentimento”, que visa ultrapassar qualquer discordância dos pais, valorizando apenas e só o desejo, necessariamente imaturo e desprovido de qualquer ponderação por parte de uma criança, que possa ter sido influenciado por pressão de um acompanhamento escolar inadequado e tendencioso (e repita-se sem qualquer validação médica).

Há uma estranha ansiedade para que estes processos corram com a maior rapidez, não dando tempo a um pensamento refletido e ponderado, sem qualquer respeito pela discordância daqueles que de facto deveriam intervir no processo, os Pais.

Com base na ausência de consentimento do tutor legal, se a escola considerar/entender/achar que “exista perigo atual ou iminente para a vida ou de grave comprometimento da integridade física ou psíquica da criança ou jovem (…) qualquer das entidades referidas no artigo 7.º ou as comissões de proteção tomam as medidas adequadas para a sua proteção imediata e solicitam a intervenção do tribunal ou das entidades policiais.”

Quer isto dizer que, no extremo, o Ministério Público, com base num processo meramente administrativo (no seio escolar) sem qualquer acompanhamento de natureza técnico científica e na vontade de uma criança, pode mesmo retirá-la à sua própria família e colocá-la ao abrigo de uma instituição de acolhimento. Talvez num processo até mais rápido que o de uma criança que sofra de maus-tratos no seio familiar. Dando-se uma verdadeira substituição da família por uma instituição pública sem a mínima vocação para o efeito.

Tudo isto é uma intromissão perniciosa no desenvolvimento da personalidade das crianças que se veem expostas desnecessária e precocemente a conteúdos que são manifestamente inadequados à sua idade, desviando-se para questões laterais à margem dos objetivos preconizados pelo sistema de ensino.

O Presidente da República tem o dever de travar esta lei e os partidos políticos o dever de tomar uma posição sensata quanto à proteção dos conteúdos educacionais administrados na escola e os respetivos mecanismos que a esta se pretende que sejam conferidos. Esta não deve ser um instrumento de controlo do pensamento, mas de atribuição de ferramentas e aquisição de conhecimentos para o futuro de cada criança contribuindo efetivamente para a diminuição das desigualdades sociais.

20/12/2023  ---- Raquel Paradela no Observador

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Ideologia de género para crianças de 3 aos 7? Ao que chegámos...

https://identdegeneroideologiaouciencia.blogs.sapo.pt/falar-de-sexo-na-creche-31932

10
Jan24

A Ditadura Perfeita

O apartidário

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1 – A ESTRATÉGICA DA DISTRACÇÃO
O elemento primordial do controlo social é a estratégia da distracção, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distracções e de informações insignificantes.
A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.
“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais”. https://floraiszed.com/5-artigos/5088-10-estrategias-de-manipulacao.html

A Grande Mentira (ou a desconstrução da sociedade Ocidental e das suas linhas mestras civilizacionais) no seguinte link 

https://identdegeneroideologiaouciencia.blogs.sapo.pt/a-grande-mentira-27152

 

08
Jan24

O Regresso à Lua em Tempos Complicados na Terra

O apartidário

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Actualização 15-02-24:

Depois do fracasso com o módulo Peregrine, a NASA tenta de novo “pisar” a lua, desta vez com o Nova-C, construído pela Intuitive Machines.

Entre os projetos previstos, está o estudo do clima espacial e o teste de tecnologias de poiso de precisão para futuros sistemas de navegação autónomos.

O lançamento do Nova-C “Odysseus” aconteceu às 01h05 locais (06h05 de Lisboa), a partir de Cabo Canaveral, na Flórida, EUA, à boleia de um foguetão Falcon 9 da SpaceX.

Se tudo correr bem, o módulo chegará à Lua a 23 de fevereiro, pousando numa cratera próxima do polo sul do satélite natural.

https://tek.sapo.pt/noticias/ciencia/artigos/nasa-em-nova-tentativa-para-pisar-a-lua-modulo-nova-c-ja-esta-de-viagem

Actualização 09-02-24:

A próxima tentativa contará com um módulo concebido para pouso na Lua e construído pela Intuitive Machines, uma empresa com sede em Houston, acoplado à parte superior de um foguetão da SpaceX, segundo a agência espacial dos Estados Unidos.

No lançamento frustrado anterior, foi utilizado um foguetão da United Launch Alliance e um módulo da Astrobotics.

O foguetão da SpaceX tem a sua descolagem marcada para as 00h57 locais (05h57 em Lisboa) de 14 de fevereiro do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, e espera-se que o módulo Nova-C faça o seu pouso na Lua a 22 de fevereiro, numa cratera próxima do polo sul do satélite natural.

https://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/planos-para-o-dia-dos-namorados-a-nasa-tem-vai-lancar-uma-nova-missao-nao-tripulada-a-lua

Actualização 15-01-24 :

O módulo lunar de uma empresa privada está a seguir para a Terra e irá provavelmente ser destruído pela atmosfera, após falhar a primeira tentativa norte-americana de chegar à Lua em 50 anos, admitiu a Astrobotic.

https://tek.sapo.pt/noticias/ciencia/artigos/sonda-peregrine-dirige-se-para-a-terra-depois-de-falhar-missao

Depois de inicialmente ter tido lançamento previsto para concorrer com o Pai Natal e o seu trenó a 24 de dezembro, a missão Peregrine Lunar Lander seguiu viagem esta segunda-feira em direção à Lua. O módulo lunar partiu ajudado pelo impulso do foguetão Vulcan Centaur, da United Launch Alliance - igualmente um estreante.

O Peregrine tem agora uma longa lista de marcos a cumprir no caminho até ao seu destino. Os primeiros comandos terão sido executados logo após o lançamento, quando o módulo se separou do foguetão, com a ligação e as comunicações com a Terra. Nesta fase, a telemetria começará a informar a equipa de controlo da missão sobre a posição, orientação e saúde operacional geral da nave espacial.

https://tek.sapo.pt/multimedia/artigos/servico-de-entregas-da-nasa-para-regressar-a-lua-ja-comecou-peregrine-vai-a-caminho

 

07
Jan24

Não P)as(S)arão,Ou Baralhar Para Voltar a Dar

O apartidário

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Um dos Passarões da Tap na imagem acima

Actualização 19-01-24 :

O presidente do Chega, André Ventura, afirmou hoje que Pedro Nuno Santos deve um pedido de desculpas aos portugueses pela forma como geriu o dossiê da TAP e instou-o a assumir todas as suas responsabilidades.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/andre-ventura-insta-pedro-nuno-a-pedir-desculpa-pela-forma-como-geriu-dossie-tap

(entretanto foi metida uma acção contra o Estado 'PS' no ano que findou para mais uma indemnização,cerca de 3 milhões € segundo consta, para a sra francesa ex-gestora da Tap que foi demitida). 

 

https://mises.org.br/Article.aspx?id=2953

  Os socialistas de hoje praticamente abandonaram a velha retórica da "luta de classes", a qual envolvia uma batalha entre as classes capitalistas e proletárias(apesar de todos os slogans ainda usados para recolher votos,os quais lhes permitem aceder ao poder em nome dos oprimidos e dos pobres,pobres que aumentam em número com os governos socialistas precisamente,e contra o "fantasma" da direita dita populista tal como se ouviu ontem mais uma vez,e sem surpresa, no congresso do PS). Há agora uma nova batalha, a qual opõe "opressores" a "oprimidos". As classes oprimidas incluem os grupos LGBT, os negros, as feministas, os imigrantes, os "não-assimilados culturalmente" e várias outras categorias consideradas mascotes.  ----(do link acima do mises)   

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