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Este blog apenas reporta a realidade, sem seguir cartilhas políticas ou ideológicas, nem apoia extremismos de esquerda ou direita.Não toma partido em questões geo-políticas(sem deixar de condenar crimes de Guerra) .

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28
Set23

O Neo-Totalitarismo (ou a insanidade em progresso)

O apartidário

Actualização 03-10-23 :  A Onda Lgbt atingiu o Vaticano 

O Papa Francisco sugeriu que poderia haver formas de abençoar as uniões entre pessoas do mesmo sexo, respondendo a cinco cardeais conservadores que o desafiaram a afirmar os ensinamentos da Igreja sobre a homossexualidade antes de uma grande reunião em que os católicos LGBTQ+ estão na ordem do dia.

Mais aqui https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/papa-francisco-sugere-possibilidade-de-dar_651b3cd775f5371e9b0c1478

A promoção da ideologia de género nas escolas e o abuso de menores  

A legalização da imposição e promoção da (totalitária) Ideologia de Género nas escolas portuguesas constitui um inadmissível abuso da especial fragilidade e vulnerabilidade das crianças e dos jovens.

Poder Político tem demonstrado, com especial ênfase nos anos de poder e governação socialistas, possuir uma inesgotável propensão — totalizante ou mesmo totalitária — para querer regular praticamente todos os aspectos da nossa vida pessoal, familiar, profissional e social.

Muita da legislação tem subjacente opções políticas e ideológicas bem definidas e claramente assumidas. Outra há, no entanto, em que a ideologia que lhe está subjacente é estratégica e deliberadamente escondida, muitas vezes sob a capa da pretensa defesa de direitos e liberdades dos cidadãos, por forma a que a sua aprovação não cause alarme e alarde social e, assim, possa ocorrer de mansinho, como diz o povo, sem que a sociedade civil (e infelizmente até a política) dê por isso.

 

Um “bom” exemplo (pelas piores razões) dessa estratégia político-legislativa é, sem dúvida, a que está subjacente à legislação que os deputados querem aprovar destinada a promover o exercício dos denominados “direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e o direito à proteção das características sexuais de cada pessoa” estabelecidos na Lei nº 38/2018, de 07.08, em todos os níveis de ensino e ciclos de estudo, ministrados em todas as escolas, públicas e privadas, do País.

Com efeito, no passado dia 21 de Abril foram aprovados na generalidade, em sessão plenária da Assembleia da República, vários projectos de lei com o quadro para a emissão das medidas administrativas que as escolas devem adoptar para implementação da Lei nº 38/2018, a saber, o Projecto de Lei nº 21/XV/1ª (PAN), o Projecto de Lei nº 332/XV/1ª (PS) e o Projecto de Lei nº 359/XV/1ª (BE).

Nessa mesmo dia 21 de Abril, foram ainda aprovados vários projectos de lei que ao mesmo tempo que pretendem criminalizar ex-novo as denominadas “terapias de conversão sexual” as despenalizam se realizadas no contexto da autodeterminação de género, a saber, o Projecto de Lei nº 72/XV/1ª (BE), o Projecto de Lei nº 209/XV/1ª (L), o Projecto de Lei nº 699/XV/1ª (PAN) e o Projecto de Lei nº 707/XV/1ª (PS).

Todos estes diplomas baixaram à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias (a 1ª Comissão), para discussão e aprovação na especialidade, sendo por isso espectável que o respectivo processo legislativo prossiga os seus termos na presente sessão legislativa, sendo o seu desfecho antecipável se nada for feito para contrariar o mesmo.

Opresente artigo abordará apenas a matéria referente ao primeiro conjunto de diplomas referidos e terá por base o Texto de Substituição relativo ao Projecto de Lei nº 21/XV/1ª (PAN), ao Projecto de Lei nº 332/XV (PS) e ao Projecto de Lei nº 359/XV/1ª (BE), que foi, entretanto, apresentado na 1ª Comissão (refira-se que tanto a IL como o PCP apresentaram propostas de alteração).

E, em primeiro lugar, é preciso ter presente que aquilo que está em causa com esta legislação não é o respeito pelo exercício de direitos por parte de pessoas adultas com plena capacidade civil para tal exercício, mas sim a legalização da promoção junto das crianças e dos jovens de uma nefasta ideologia – a Ideologia de Género -, com todas as consequências altamente nocivas que a mesma acarreta para as crianças e jovens alvos experimentais da mesma, nomeadamente em termos físicos, emocionais, mentais (psicológicos ou psiquiátricos) e sociais.

Citando Pedro Vaz Pato, a Ideologia de Género “parte da distinção entre sexo género, a qual se insere na distinção mais ampla entre natureza cultura. O sexo representa a condição natural e biológica da diferença física entre homem e mulher. O género representa a construção histórico-cultural da identidade masculina e feminina. Até aqui, nada de novo, ou ideológico. A novidade reside na afirmação ideológica de que o género assim concebido deve sobrepor-se ao sexo assim concebido; a cultura deve sobrepor-se à natureza. O género não tem de corresponder ao sexo, corresponde a uma escolha subjetiva, que vai para além dos dados naturais e objetivos.” (cfr. «Uma Revolução Antropológica», 7Margens, 29.08.2019).

Para a Ideologia de Género, o sexo biológico não tem qualquer interferência ou relevância na formação da identidade de género de cada pessoa, sendo o género considerado uma pura construção social e cultural, desligado do sexo que se diz ser atribuído à nascença (e não determinado na fecundação), pelo que o género pode ser desconstruído e reconstruído.

Mas com uma ressalva importante (ainda que não expressamente assumida pelos ideólogos do género): essa desconstrução e reconstrução apenas têm um sentido único, uma vez que apenas podem ser feitas se for para afirmar um género que não seja conforme com o sexo da pessoa, já não sendo permitidas, ou vistas favoravelmente, a desconstrução e reconstrução do género (auto-atribuído e auto-construído) que se queira conformar com o sexo e as características sexuais da pessoa.

Antes, ainda, de analisar aquilo que os deputados (do PS, BE, PAN, Livre, PCP e IL) querem aprovar – a legalização da imposição e promoção da Ideologia de Género nas escolas –, importa recordar alguns dos antecedentes desta legislação, pois o seu conhecimento é fundamental para uma cabal compreensão daquilo que verdadeiramente se pretende com esta revolução antropológica que urge denunciar, desconstruir e combater.

Continua aqui https://observador.pt/opiniao/a-promocao-da-ideologia-de-genero-nas-escolas-e-o-abuso-de-menores/

 

16
Set23

Mundo Novo (e agora Europa?)

O apartidário

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Actualização 29-09-23 :

A Polónia vai vetar o plano de migração proposto pela União Europeia (UE), anunciou hoje o primeiro-ministro da Polónia, Mateusz Morawiecki.

Falando à imprensa em Varsóvia, Morawiecki reiterou a sua posição contra “os burocratas de Bruxelas e os seus verdadeiros chefes, que estão em Berlim”, que arranjaram um “plano insano” que “inundará Varsóvia com migrantes ilegais”.

“Em vez de resolver o problema da migração ilegal na sua origem, em vez de proteger as fronteiras da União Europeia, como faz a Polónia, que assegurou a fronteira com a Bielorrússia”, a UE está a tentar “abrir as fronteiras da Europa através de um plano na forma de um pacto migratório”, acusou o líder polaco.

Morawiecki afirmou que a UE “não tem em conta a segurança da Polónia” e atacou o líder da oposição e antigo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, antigo chefe de Governo da Polónia.

O primeiro-ministro polaco afirmou que, Tusk “quer promover um pacto juntamente com [Manfred] Weber [líder do Partido Popular do Parlamento Europeu] para enganar os polacos”.

“Devemos permitir tiroteios nas ruas das cidades polacas? Devemos permitir ataques na Polónia e motins em cidades polacas para que o partido de Tusk e Weber mude a sua posição? Na próxima semana, no Conselho Europeu, direi isso claramente: “Não!”, afirmou Mateusz Morawiecki em declarações transmitidas pela televisão estatal.

Em junho, Varsóvia anunciou que vetaria a decisão de Bruxelas de realocar à força 120 mil migrantes por ano para países da UE ou fazer os países pagarem 20 mil euros por cada migrante que não receberem no seu território.

Em vez disso, Morawiecki propõe um “plano de fronteiras seguras” que incluiria a “reforma” da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira(Frontex) e o “aumento do orçamento de fundos para o desenvolvimento dos países que fazem fronteira com a União Europeia”.

Mais aqui https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/polonia-vai-vetar-o-plano-de-migracao-proposto-pela-uniao-europeia

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E agora, Europa?Sabemos que os fluxos migratórios representam em parte um motor positivo para as nações que os acolhem, porém o fluxo de hoje é uma ameaça para a sobrevivência da Europa.

São milhares de migrantes que diariamente entram nas fronteiras europeias, por mar ou por terra, muitos por força de redes ilegais de tráfico humano, que de forma cruel e sem qualquer apreço pela vida humana, utilizam milhares de migrantes como mercadoria para lucrar. Esta ação criminosa não tem somente um culpado, uma vez que a cumplicidade das instituições europeias se traduz nas facilidades de entrada de migrantes, na falta de condenação e ação contra estas redes e fácil movimentação de fluxos de migrantes dentro do espaço europeu.

Sabemos que os fluxos migratórios representam em parte um motor positivo para as nações que os acolhem, como no passado alguns fluxos foram importantes para os estados de acolhimento, porém o fluxo de hoje é uma ameaça para a sobrevivência da Europa, seja em matéria de valores, de sobrevivência dos próprios europeus e da soberania das nações. Hoje chegam diariamente às nações europeias milhares de migrantes com os quais inevitavelmente ocorre um choque cultural inultrapassável. Estes migrantes entram nas nossas nações e representam uma ameaça para a nossa cultura, a nossa religião, o modo de vida de europeus, os nossos valores milenares que fundaram a civilização ocidental, devido ao seu total desinteresse pela integração e à sua auto marginalização.

A Europa está hoje refém de liderança fraca e vendida ao globalismo e a agendas perversas, que lucram com a vinda de migrantes ilegais. Migrantes depositados nas ruas das cidades, para que os Estados lidem com eles, e que ameaça e pune os Estados que, e bem, rejeitam este tipo de ações maliciosas e destrutivas, como os casos da Hungria e da Polónia. De forma a cumprir a sua agenda, não só existe o risco para quem chega, mas principalmente para os europeus, que, em muitos casos relatados, e devido à chegada maioritariamente de homens adultos, vêem as suas mulheres serem perseguidas, em muito devido aos traços culturais demarcados face às mulheres e ao desrespeito pelas mesmas, não podendo nós aceitar estes comportamentos bárbaros na Europa.

Não podemos aceitar que a Europa desapareça, que o berço da cristandade se torne numa nova Meca ou Medina, nem que os nossos cidadãos vivam como estrangeiros nos seus próprios países, refugiados no medo e insegurança que a invasão e substituição demográfica que vivemos traz.

Necessitamos de políticas migratórias restritas, e de combater o decréscimo populacional europeu não com imigração descontrolada, mas sim com políticas de natalidade e apoio à família, que é a célula base da sociedade, a família europeia que nunca pode ser substituída por nenhuma família indostânica. Precisamos que nasçam mais europeus e de uma União e Estados Membros que apoiem a renovação geracional europeia, e não uma União facilitadora de redes de trafico humano e promotora de políticas totalitárias que oprimam os Estados Membros a aceitar as suas políticas de migração (punindo quem defende a sua soberania).

A Europa não pode mais ser refém da tirania burocrática de uma elite enraizada, que submete nações soberanas à sua influência, e castiga as que desejam preservar a sua independência e soberania. Devemos hoje pensar se queremos uma Europa que responda ao europeus, ou uma Europa que caminha para a submissão a outras culturas, e onde os europeus se tornarão aos poucos a minoria na sua própria casa. ( do link a seguir) 

https://observador.pt/opiniao/e-agora-europa/

 

14
Set23

Notícias do País Real (continuação 3.0)

O apartidário

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Nos últimos 10 anos as drogas sintéticas foram responsáveis pelo internamento de 1.890 pessoas na Madeira, uma grande parte de forma compulsiva (1.158 pessoas).

Nelson Carvalho, responsável pela UCAD Madeira, a Unidade Operacional de Intervenção em Comportamentos Aditivos, mostra-se muito preocupado com os efeitos da nova lei da droga que altera a criminalização da posse de estupefacientes  

https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2023/08/30/drogas-sinteticas-mais-de-1800-internados-na-madeira/344716/

Leis da Treta (na coluna mais à direita nas duas imagens a seguir) 

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08
Set23

Notícias do País Real (continuação 2.0)

O apartidário

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O presidente da União de Freguesias do Centro Histórico do Porto adiantou ontem à Lusa que cerca de 70 pessoas se envolveram numa “pancadaria enorme” no final de um sorteio de lugares para a venda ambulante de castanhas(desataram,portanto, todos à castanhada como era costume dizer-se) .

Agora vamos ås greves. 

Médicos mantêm greves parciais na próxima semana mesmo após nova ronda negocial

Depois de mais uma ronda de negociações com o Executivo, os sindicatos dos médicos consideram insuficiente o aumento salarial proposto pelo ministro Manuel Pizarro.
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GREVES EM VIGOR A OBSERVAR DIARIAMENTE POR TODOS OS OFICIAIS DE JUSTIÇA:
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1-- Desde 21-06-1999 - SFJ: Greve ao trabalho fora de horas: das 12H30 às 13H30 e após as 17H00 (por tempo indeterminado e SEM serviços mínimos).
  
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2-- Desde 10-01-2023 - SOJ: Greve de todas as tardes após as 13H30 até às 24H00 (por tempo indeterminado e, desde 22-03-2023, mais de 2 meses depois, com serviços mínimos).

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3-- Desde 08-09-2023 - SFJ: 13 Greves individuais dirigidas a áreas correspondentes aos distritos e limitadas às suas datas próprias (greves de 24 horas e greves em que o início da mesma será à hora da diligência marcada e fim no respetivo período do dia; no final da manhã ou até ao final da tarde) - para durar até 22SET (o Sindicato não indicou serviços mínimos). Do blog Oficial  de Justiça aqui no sapo 

Nova greve dos funcionários judiciais começa hoje: Braga, Viana do Castelo e Setúbal marcam o arranque do protesto

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E depois temos ainda a greve dos professores (já anunciada para a primeira semana de aulas) como que em continuação das greves da "época" anterior. Além da falta, propriamente dita,de professores . Mais no link a seguir 

https://eco.sapo.pt/2023/09/08/ainda-faltam-professores-para-100-mil-alunos/

 

04
Set23

Ventos da Espanha

O apartidário

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Actualização 29-09-23 :

Uma direita à Pedro Sánchez

Feijóo não ficou no governo de Espanha por se recusar a pactuar com os golpistas catalães. Luís Montenegro e Nuno Melo devem ter ficado perplexos. Eles não teriam hesitado, como Pedro Sánchez.

Se houve partido, no tempo da geringonça, que escandalizou a direita e lhe fez ferver as redes sociais, foi o PAN. Nem Joacine causou tanta irrisão. Para os opinadores oficiais e oficiosos da direita, o PAN era a caricatura do inimigo: entusiasta de todo o wokismo, hostil ao “mundo rural”. Nenhum outro partido da extrema-esquerda, nem mesmo o BE, parecia negar mais perversamente os “valores fundamentais” pelos quais a nossa direita estava disposta a morrer de espada na mão. E isto foi assim até ao passado fim de semana, quando PSD e CDS, os partidos históricos da direita portuguesa, se propuseram subitamente governar com o PAN. Não é que não tivessem alternativa. Tinham a IL, se não quisessem o Chega. Mas escolheram o PAN.

Este acordo (e nem vou aqui discutir, por o não merecer, o argumento da direcção do CDS de que não viu nada) pode ser lido de duas maneiras. A primeira é esta: ao recorrerem ao PAN, PSD e CDS aceitaram o princípio de António Costa de que não há linhas vermelhas à esquerda. À esquerda, não interessa o que os partidos representam ou propõem. Até podem ser os Khmeres Vermelhos. Desde que tenham deputados, contam para coligações e acordos. Os únicos partidos para os quais há linhas vermelhas estão à direita: o Chega, e por vezes parece que também a IL. A ser assim, a extrema-esquerda em Portugal passaria a ser o fiel da balança do poder sempre que não houvesse maioria absoluta do PS ou de PSD e CDS. O que quer dizer que os herdeiros do totalitarismo comunista e os sectários do wokismo poderiam aspirar a manter uma influência constante na governação e nas políticas públicas, estivessem no poder o PS ou o PSD e o CDS.

A outra maneira de interpretar o acordo da Madeira é esta: para fazer passar um governo e um orçamento, todos os votos contam, e pouco importa donde venham. Mas então, como entender a exclusão da IL e a promessa de Luís Montenegro de não fazer coligações com o Chega? Por causa do que esses partidos representam e propõem? Mas se a diferença de valores já não importa no caso do PAN, porque importa no caso do Chega ou da IL? Poderíamos ainda perguntar, aliás, se esses partidos representam e propõem alguma coisa que PSD e CDS não tivessem representado ou proposto. Que tem dito o Chega sobre segurança e migrações que não tivesse dito o CDS, quando a esquerda via em Paulo Portas o “líder da extrema-direita portuguesa”? Que tem dito a IL sobre impostos que não tenha dito o PSD, quando a esquerda tratava o “choque fiscal” de Durão Barroso como a declaração de guerra do “neo-liberalismo”? É claro que nada disso importa. O que importa é que PSD e CDS na Madeira não precisaram da IL e do Chega, ao contrário do que aconteceu nos Açores, e por isso preferiram um parceiro que lhes pareceu mais “maleável”. Foi, aliás, o que explicou Montenegro: não fará “coligações” com o Chega “porque não precisamos”. E enquanto não precisa, interessa-lhe contribuir para a estigmatização do Chega e da IL, a ver se, assim, convence os eleitores que julga ter perdido para esses partidos de que as suas novas opções de voto são inúteis ou vergonhosas, e devem regressar. Mas a partir de agora, toda a gente sabe o que PSD e CDS farão se “precisarem”: tudo, seja com quem for.

 Rui Ramos no Observador 

https://observador.pt/opiniao/uma-direita-a-pedro-sanchez/

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Actualização 08-10-23 :

Dezenas de milhares de pessoas protestaram hoje em Barcelona contra uma eventual lei de amnistia para os independentistas catalães em Espanha, que, ao que tudo indica, fará parte do acordo dos socialistas para formar governo.Num dos cartazes descritos pela agência espanhola Europa Press, acusava-se o rei Filipe VI de cobardia, por “vender Espanha por cinco votos”, e noutro prometia-se: “Nem esquecimento, nem perdão.”

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/dezenas-de-milhares-protestam-em-barcelona-contra-lei-de-amnistia

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